Prefeito Tulio Lemos tem como alternativa apostar na resiliência administrativa

Por Aluísio Viana

No próximo dia 1º de janeiro o prefeito de Macau Tulio Lemos, completa um ano à frente da administração da Prefeitura. Nesse período, o chefe do executivo macauense enfrentou empecilhos, principalmente econômicos, que contribuíram para inviabilizar alguns projetos administrativos.

Nesse primeiro ano, a administração do prefeito tem sido  marcada por dificuldades econômicas, oriundas da crise que assola o país, protestos, erros, acertos e por marcação cerrada de uma oposição que ainda não diluiu o resultado das urnas.

A oposição – composta por alguns que já participaram de gestões anteriores – está mais preocupada em desestabilizar a administração atual, sem medir consequências para a população, do que propor soluções que contribuam para solucionar os problemas que afligem o município.

É óbvio que as críticas são importantes no campo político, mas adotar o discurso do ódio – seja de que lado for – não é salutar.  Os problemas existem e devem a priori ser resolvidos.

Um dos erros da gestão do prefeito Tulio foi adotar o imediatismo humanitário, isto é, querer resolver os problemas de todos em curto prazo e com isso acabou sofrendo as consequências que perduram até hoje. Mas o gestor acertou quando quebrou paradigmas, deixando de fora os oportunistas políticos, dando espaço a diversidade, algo inovador na política macauense.

Ainda faltam três anos para o término da gestão do prefeito Tulio Lemos. Acredita-se que deva apostar na resiliência administrativa como trunfo para contornar alguns erros cometidos em 2017 e pôr em prática o seu programa de governo exposto à população durante o período eleitoral.

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