Após cortes na educação, governo Bolsonaro enfrenta nesta quarta-feira 1ª greve nacional.

Os cortes anunciados para a área da educação são tema do primeiro grande protesto contra o governo Jair Bolsonaro (PSL), que acontece hoje nas principais cidades de 26 estados e no Distrito Federal. Professores, estudantes e trabalhadores da educação devem ir às ruas, desde a manhã desta quarta-feira, em defesa das universidades federais, da pesquisa científica e do investimento na educação básica.

As manifestações acontecem após o MEC (Ministério da Educação) anunciar um congelamento orçamentário que atinge recursos desde a educação infantil até a pós-graduação, com suspensão de bolsas de pesquisa oferecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Nas universidades federais, o bloqueio anunciado foi de 30% dos recursos destinados a gastos discricionários (como água, luz e serviços de manutenção).

Também na capital paulista, universidades particulares como a PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie vão aderir.

Reitores das universidades estaduais –USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista)– divulgaram, ontem, uma carta criticando o corte dos recursos destinados às federais. O documento ainda convoca a comunidade acadêmica a “debater problemas da educação e ciência” nesta quarta.

Fonte: Ana Carla Bermúdez

Do UOL, em São Paulo

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