
Paradigma Funcional da Mídia
Por Aluísio Viana*
O ideário que norteou a filosofia iluminista tinha a liberdade na conta de garantia de toda a verdade, elevando ainda a educação do povo (isto é, a constituição de cidadãos plenos, cônscios de seus direitos e cientes de seus deveres) à condição de fundamento necessário ao progresso da democracia, segundo Ilana Polistchuk e Aluizio Ramos Trinta abordam em seu livro Teorias da Comunicação: o pensamento e a prática da comunicação social.
Não há democracia sem uma imprensa livre que expresse, de forma responsável, a informação de interesse da sociedade. Infelizmente no Brasil, a maioria dos veículos de comunicação - TV e Rádio foi adquirida no período da ditadura por acordo político e entregue nas mãos de políticos que utilizam para tirar proveito políticos.
Na sociedade de consumo, época em que vivemos, onde as pessoas deixam de lado o ser em troca do ter, passando a consumir desvairadamente com apoio de uma mídia fútil que aposta no capitalismo selvagem e não numa transformação onde possa haver inclusão social.
Há um temor dos grandes conglomerados de comun
icação como: Rede Globo, TV Record, Grupo Abril, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo e outros (eles não conseguem distinguir liberdade de imprensa, de liberdade de expressão) que querem dominar a mídia no Brasil, eles relutam a discussão a respeito da democratização dos meios de comunicação), a prova disso é que lutaram e lutam, através de lobbes, contra a criação do Conselho Federal de Jornalismo (CFJ), órgão que tem como objetivo valorizar a qualidade da informação destinada ao público.
Impactos Ambientais Causados Pelos Lixões
Por Igor Ferreira Oliveira
É uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública.
Os resíduos assim lançados a céu aberto acarretam problemas de saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos, etc.), geração de maus odores e principalmente, a poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume (líquido de cor preto, mal cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo), comprometendo os recursos hídricos. Em termos ambientais, os lixões agravam a poluição do ar, do solo e das águas e ainda provocam poluição visual.
O chorume, que surge pela decomposição dos resíduos, acaba se infiltrando no solo causando sua poluição, devido à geração de líquidos percolados. Se ocorrer a contaminação do lençol freático, pela infiltração desses líquidos, poderá resultar na poluição de poços alimentando endemias e desenvolvendo surtos epidêmicos.
Acrescenta-se a esta situação o total descontrole quanto aos tipos de resíduos recebidos nestes locais, verificando-se até mesmo a disposição de dejetos originados dos serviços de saúde principalmente dos hospitais, como também das indústrias.
Comumente ainda se associam aos lixões fatos altamente indesejáveis, como a presença de animais, e problemas sociais e econômicos com a existência de catadores, os quais retiram do lixo o seu sustento, e muitas vezes residindo no próprio local.
Portanto, bem que o poder público deveria discutir acerca da implantação de aterro sanitário. Mas, infelizmente por ausência de políticas públicas voltadas para solução do problema, o destino que ainda é dado aos resíduos sólidos urbanos nessa região, é o conhecido LIXÃO.
Igor Ferreira Oliveira, aluno do Curso Técnico Gestão Ambiental, CTEAD