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Turismo e Meio Ambiente

Água limpa para todos: um desafio para o Brasil

O Brasil, que possui uma das maiores reserva de água doce do mundo, distribui de forma desigual seus recursos hídricos. Mesmo em regiões com fontes de água, o abastecimento está ameaçado devido ao desperdício, á poluição e á ocupação irregular do solo, entre outras causas.

A preservação dos recursos hídricos passa pelo manejo responsável de tudo o ecossistema. E essa consciência deve começar dentro de casa.

Dicas para diminuir o consumo:
 Ao lavar a louça, desligue a torneira enquanto ensaboa o que será lavado.
 Molhe as plantas usando o regador e utilize matéria vegetal para reduzir a evaporação nos jardins e ao redor das plantas.
 Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga á toa, pois ela gasta até 40 litros de água.
 Conserte os vazamentos e verifique hidrômetros, caixas d´água e registros. O vazamento de apenas uma gota por segundo desperdiça cerca de 10 mil litros de água por ano.
 Evite banhos demorados. Uma ducha de 20 minutos consume 120 litros de água.
 Não lave roupas durante o banho.
 Não escove os dentes nem faça barba deixando a torneira aberta.
 Invista em torneiras e válvulas automáticas, bacias sanitárias com caixa, registros controlados de vazão e arejadores para torneiras. Os equipamentos podem economizar de 20% a 50% do consumo de água.
 Não lave a calçada nem o carro com mangueira. Use vassoura e balde.
 Deixe roupas de molho para remover a sujeira mais pesada. Reaproveite a água do enxágüe para lavar calçadas ou molhar jardim. Só use maquina de lavar roupa com a capacidade máxima.
 Cubra a piscina. Exposta ao sol e ao vento, ela pode perder água por evaporação.
Legislação – A partir da constituição de 1988, o Brasil redefiniu as políticas públicas relacionadas ao uso e á preservação dos recursos hídricos nacionais. Em 1997, entrou em vigor a Lei 9.433, estabelecendo que a água é um bem de domínio público, e que se trata de recursos natural limitado, dotado de valor econômico. A lei instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SNGRH). Com isso, foram estabelecidas a outorga dos direitos de uso e a cobrança pela utilização da água, a cargo da Agência Nacional de Águas (ANA). Criada em 2000, também cabe á ANA a implantação da Política Nacional de Recursos Hídricos e a coordenação do SNGRH. Além da agência, integram o SNGRH: o Conselho Nacional de Recursos Hídricos; os conselhos dos estados e do Distrito Federal de Recursos Hídricos; e os comitês de bacia hidrográfica, órgãos dos poderes públicos federal, estaduais e municipais cujas competências se relacionem com a gestão de águas. Para assegurar a disponibilidade de água para todos, e seu uso racional, a legislação prevê punições ao que utilizarem os recursos hídricos sem permissões, incluindo a perfuração de poços para extração de água subterrânea.

Fonte: Jornal do Senado


 




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